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domingo, 23 de setembro de 2018

Celso Amorim: "Bolsonaro e Mourão são vozes minoritárias no Exército"

por Miguel Martins e Mino Carta — publicado 23/09/2018 00h12, última modificação 23/09/2018 00h11

O ex-ministro da Defesa manifesta preocupação com declarações de Villas Bôas, mas diz que maioria do alto comando não tem posições extremas


Wanezza Soares

O chanceler de Lula organizou um seminário sobre as ameaças à democracia no Brasil


Recentemente, Celso Amorim, ex-chanceler de Lula e ex-ministro da Defesa de Dilma Rousseff, encontrou-se em Paris com um antigo amigo da diplomacia: o ex-premier francês Dominique de Villepin, que também atuou como chanceler do presidente Jacques Chirac.

Representante da direita republicana, Villepin demonstrou preocupação com o isolamento do Brasil no cenário internacional e as ameaças à democracia, sobretudo após Lula ser impedido de disputar as eleições.

Dessa conversa, surgiu a ideia de organizar um seminário internacional em São Paulo. Confiado à organização da Fundação Perseu Abramo, o evento reuniu ainda, na sexta-feira 14, o filósofo americano Noam Chomsky, o ex-primeiro-ministro da Itália Massimo D’Alema e o ex-premier espanhol José Luis Zapatero, entre outras personalidades.

Em visita à redação de CartaCapital, Amorim falou sobre o encontro e demonstrou preocupação com os pronunciamentos políticos dos militares a respeito das eleições. A íntegra da entrevista, em vídeo, está disponível em www.cartacapital.com.br.

CartaCapital: Como interpretar a declaração de Villas Bôas sobre a legitimidade do futuro governo?

Celso Amorim: Conheci Villas Bôas quando ele era Comandante Militar da Amazônia. Eu era Ministro da Defesa. Ele, um bom militar, bastante profissional, conhecedor, respeitoso. Se nós recordarmos bem, em alguns momentos do governo de Michel Temer, teve uma posição muito moderada. As coisas que ele tem dito me causam alguma surpresa, sobretudo após a declaração que ele fez na véspera do julgamento do habeas corpus de Lula.

Ele dizia que o Exército defendia valores, a Constituição, mas entrava também na questão da impunidade. Aquilo dito na véspera do julgamento tinha um endereço certo. Agora, as declarações após o ataque ao candidato Bolsonaro foram muito pouco felizes. Dizer que há uma instabilidade e que isso pode deslegitimar o resultado da eleição é algo muito grave.

Ele não é um analista. É comandante do Exército, o que ele diz tem peso. Quem comanda um grande número de indivíduos armados tem que tomar muito cuidado com as palavras. Não quero crer que ele teve a intenção de fazer uma ameaça.

CC: O senhor acha que o discurso autoritário de Mourão, que sugeriu um “autogolpe” e uma nova Constituição sem Constituinte, se restringe mais aos generais da reserva?

CA: Bolsonaro e Mourão são vozes minoritárias. No alto-comando, um pensamento mais extremado não representa a maioria. Não quero dizer que a reserva não tenha influência. Sei porque tive de lidar com esse problema na Comissão da Verdade.

O pessoal da reserva falava o diacho de mim. Preocupa-me o fato de 28% dos brasileiros estarem inclinados a votar no Bolsonaro. É um fato assustador, não por eles serem militares, mas porque parte expressiva da sociedade busca esse tipo de solução.

CC: Em que medida essas declarações do comandante do Exército podem influenciar no resultado final da eleição?

CA: Na realidade, não influenciam. O que me preocupa é a ameaça que fica no ar. As eleições devem se realizar normalmente e o resultado deve ser respeitado.

CC: A palavra tranquilizadora não deveria caber a Villas Bôas?

CA: Ele não precisava ter falado. Já que ele falou, poderia dizer agora: “Minhas palavras estão sendo mal interpretadas, não quero de maneira nenhuma acenar com a ideia de autoritarismo”. Até porque, quando você junta a declaração dele com a do Mourão, mesmo que elas não estejam conectadas, é natural todo mundo ficar preocupado. Não podemos esquecer que tivemos 21 anos de ditadura.

CC: Mourão chegou a usar o termo “mulambada” para se referir à América Latina e à África, ao criticar a política externa dos governos petistas.

CA: Não merece resposta. É inacreditável. A gente fala dos outros países, mas Trump parece um intelectual iluminista quando ouvimos o que diz o general Mourão.

CC: O endosso do Lula ao Haddad e a transferência de votos em curso prova que de um lado está Lula e de outro lado estão os inimigos do ex-presidente?
CA:Eu não colocaria as forças armadas como como inimigas de Lula, por exemplo. Eu acho importante voltar a esse assunto. Porque eu conheço gente, inclusive em posição de comando importante, que não tem essa visão. Gente que dará posse a quem ganhar. Que acha que esse é o caminho. Caminho que foi do general Henrique Lott. Aliás, nós precisamos até de um general Lott preventivo, que impediu um golpe e garantiu a posse de Juscelino Kubitschek. 

CC: Como o senhor avalia a decisão da Justiça Eleitoral de não levar em conta a liminar que foi concedida pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU a Lula?

CA: Fui embaixador da ONU por quatro anos no governo de Fernando Henrique Cardoso e duas vezes embaixador em Genebra, onde está a sede do comitê. Cuidava também de direitos humanos, então falo com certa autoridade. Quando ouço coisas do tipo “é um comitêzinho”, vejo uma ignorância incrível.

O comitê é o órgão para fazer cumprir aquele tratado, o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos. É composto por peritos, no melhor sentido da palavra. Não se pode dizer “cada macaco no seu galho”. Primeiro, porque a ONU não é um galho, é a árvore. Até Trump, ao não querer seguir as diretrizes do clima, tomou o cuidado de se retirar do tratado. Não dá para dizer que o tratado não vale.

Leia também:
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Apoio mundial a Lula não vem só da esquerda, diz ex-premier italiano

CC: E quais as consequências de violar um pacto internacional?
CA: Abala a credibilidade do País. Lidei muito com esse tema. Só conheço uma exceção de violação do pacto: o Taleban, para o qual Sharia, a lei islâmica, era mais importante do que a lei internacional. Os outros todos, mesmo quando eles não cumprem, alegam motivos. Claro, quando se tem um enorme arsenal atômico e se é a maior potência econômica do mundo, pode se dar ao luxo de perder a credibilidade, porque os outros dependem de você.

Não é o nosso caso. O Brasil sempre defendeu o multilateralismo. É um país grande, mas não é uma superpotência. Para nós, interessa que as regras multilaterais sejam seguidas, que os tratados sejam respeitados.

CC: O voto favorável de Edson Fachin à decisão não abre um precedente para uma revisão do Judiciário sobre o caso, até porque a ONU deve julgar o mérito no primeiro semestre de 2019?
CA: Mas aí o leite estará derrabado. Quer dizer, a decisão que vai haver, suponho, será a decisão do julgamento do conteúdo do mérito da ação criminal. Se existe alguma coisa que cria instabilidade seria essa. Torço para que ganhe o Haddad e não haja nenhuma nova instabilidade. Porque, se o Lula é absolvido na ação criminal, como deverá ser, o que se vai fazer? Anula-se a eleição? Aí sim, viveríamos uma grande complicação

CC: Qual é o seu palpite sobre as eleições?

CA: Fernando Haddad vai ganhar. Provavelmente ficará perto de um empate no primeiro turno, se não passar logo Bolsonaro. E, no segundo turno, ele ganha a eleição.

CC: Não é importante que as forças progressistas saibam se unir na hora H?

CA: Acho que antes da hora H. Tem de competir, claro que vão competir, dizendo quem tem o melhor plano para barrar o fascismo, quem tem o melhor plano para vencer o neoliberalismo e dar crescimento ao Brasil. Mas não pode um falar mal do outro. Isso cria feridas e, depois, mesmo que elas se recomponham, os eleitores as vezes não se recompõem.

CC: Como o senhor avalia os resultados do seminário?

CA: A mídia praticamente não noticiou, à exceção de uma notinha aqui ou ali. O mais interessante, a meu ver, foi como nasceu a ideia. O evento surgiu de uma conversa com o ex-premier Villepin, que também foi ministro do presidente Jacques Chirac, representante da direita republicana na França. Uma direita que respeita as leis.

CC: E o que Villepin lhe disse?

CA: Ao reencontrá-lo em Paris, ele próprio sentiu a necessidade de falar sobre o resgate da democracia no Brasil, com um governo legítimo, até porque o País desapareceu da cena internacional. O Brasil está completamente isolado, só parece preocupado em endurecer com a Venezuela. Daí surgiu a ideia do seminário.

O evento trouxe figuras muito importantes, como o D’Alema, um humanista, defensor da democracia, que foi a Curitiba visitar o Lula. Temos uma situação curiosa. O Brasil é o único país no qual uma prisão, na capital de uma província, é mais disputada que o palácio presidencial por grandes autoridades (ri

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

'A Gata': Resumos dos capítulos da novela, de 19 a 23 de setembro



'A Gata' - SBT - 17h45



A história se desenvolve em um lixão, onde vive Esmeralda, a quem todos conhecem como 'A Gata'. Ela é uma jovem que cresce em condições miseráveis, mas apesar disso possui um encanto especial. Leia a sinopse completa.
Confira os resumos da semana:

Segunda, 19 de setembro
Mariano diz a Paulo que o protetor de Esmeralda esteve por muitos anos na prisão, e quem o condenou foi Augusto. Por isso, agora ele deseja se vingar e apenas Paulo poderia salvá-lo, se casando com Mônica. Paulo responde que não se casará com Mônica, pois jamais vai amá-la. Roberto e Eugenia tentam convencer Mônica a não se casar com Paulo, pois seus pais têm graves problemas. Mônica responde que só não se casaria com ele, caso o rapaz desistisse da relação. Mariano se sente culpado por estar incentivando Paulo a se casar com Mônica. Chorando, Esmeralda pede ao Silencioso que impeça Paulo de se casar com Mônica. Silencioso pede que Esmeralda confie nele.

Terça, 20 de setembro
Jacira chama Paulo de covarde, que se casa com Mônica apenas por dinheiro e que não merece o amor de Esmeralda. Dona Rita discute com Inês. O Silencioso diz a Dona Rita que deve resistir e não dizer nada do que sabe a Esmeralda. Augusto dá um cheque a Paulo e diz que faz muito bem em se casar com uma rica herdeira. Paulo responde que não quer o dinheiro de Mônica, pois fará sua própria fortuna. Dona Rita pressente sua morte e decide revelar a Esmeralda que recebeu dinheiro de Augusto para ajudar a separá-la de Paulo. Ela diz ainda que Paulo a escreveu várias cartas que ela nunca recebeu, pois a caixa postal era direcionada a Augusto. Esmeralda diz que ela lhe fez muito mal. Dona Rita diz não querer morrer sem seu perdão. Esmeralda perdoa Dona Rita e diz que Paulo deveria confiar nela, e não acreditar no que os outros o disseram. Garrancho e seu bando seguem usando Inês para assaltar. Jacira diz a Paulo que tem algo a lhe dizer e, depois disso, ele poderá ter mais clareza para decidir se casa-se ou não com Mônica.



Quarta, 21 de setembro
Augusto se queixa com Lorena, pois o pai de Mônica o tratou com muita arrogância. Lorena e Augusto sabem que o casamento de Paulo com Mônica seria a única salvação para a sua família e a pouca vontade de Paulo em aceitar esse compromisso os desespera. Mônica, desolada, pergunta a Paulo se ele vai cancelar o casamento, Paulo responde que está muito confuso e prefere antes falar com Esmeralda. Paulo diz a Esmeralda que viu um vídeo onde Dona Rita confessa que os gêmeos são seus filhos.

Quinta, 22 de setembro
Esmeralda diz que para Paulo é muito cômodo precisar de um vídeo de uma mulher à beira da morte para acreditar no que ela sempre disse. Esmeralda culpa Paulo por sua falta de confiança e diz que o melhor é que ele siga com seus planos com Mônica. Silencioso propõe a Augusto que cancele o casamento de Paulo e Mônica. Em troca, ele promete tirar a queixa que fez contra ele. Augusto responde que se deu conta que Esmeralda é muito importante para ele, e para se vingar, não irá cancelar o casamento

Sexta, 23 de setembro
Paulo procura Esmeralda em sua casa, mas não a encontra. Ele e Damião se cruzam e brigam. Esmeralda chega e separa a briga. Lorena sugere que Augusto aceite a proposta do Silencioso, mas Augusto responde que se aceitar, terá o Silencioso para sempre o perseguindo. Inês procura Esmeralda para que a ajude a sair da delegacia. Ela diz a Esmeralda que a estão acusando injustamente de roubo. Esmeralda pede ao advogado Osório que ajude Inês. Inês promete a Esmeralda que passará a se comportar. Esmeralda a responde que já existe um advogado encarregado de seu caso, mas ela precisa saber que Dona Rita está mal no hospital.

Os resumos dos capítulos são disponibilizados pelas emissoras e estão sujeitos a mudanças em função da edição das novelas.

Postado por Carlos PAIM

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Resumo Cúmplices de um Resgate SBT de 07/07/2016 a 15/07/2016 novela próximos capítulos

Acontece no capítulo 244, quinta-feira, 07 de julho

Nina conta para Manuela sobre quando chegou no Vilarejo dos Sonhos e como começou a confusão com dona Fiorina. 
Enquanto isso, Fiorina conta para Téo como começou o seu desentendimento com Nina, por conta de Giuseppe. Por fim, Giuseppe conta para Mateus e Dóris como Fiorina e Nina começaram a brigar por conta dele. Frederico acha que foi Tomas que causou o acidente de Otávio, mas vê que estava errado. Flora vai para a entrevista de emprego na On-Enterprise para a vaga de copeira ou faxineira. O pastor vai até o hospital orar por Otávio. O advogado contratado por Geraldo para prejudicar Vicente joga fora as provas que poderiam ajudar o pai de André.

Acontece no capítulo 245, sexta-feira, 08 de julho

Regina descobre que alguém conseguiu as provas contra Geraldo. As crianças planejam uma ação para que Nina e Fiorina façam as pazes. Eles enviam flores de uma para a outra, sem que elas saibam. Regina chega à conclusão que quem está na mansão é a verdadeira Isabela e que a garota lhe enganou por todo esse tempo. Flora é a nova faxineira e copeira da On-Enterprise. Tomas liga para a empresa concorrente para vender informações. Giuseppe fica surpreso ao saber que Nina e Fiorina se tornaram amigas.

Acontece no capitulo 246, segunda-feira, 11 de julho

Téo, Dóris e Manuela deixam Mateus e Sabrina presos no galinheiro para fazerem as pazes. Safira assume o cargo que era de Geraldo na gravadora Dó-Ré-Music. A mãe de Omar castiga o garoto por comer na lanchonete e tentar sair se pagar. Isabela finge um desmaio para não ter que cantar no ensaio da banda. Regina tem certeza que se trata da verdadeira Isabela. Priscila fica feliz ai ver que Safira colocou um porta retrato com foto das duas na sala dela na gravadora. Laura vai até a On-Enterprise para começar a ser modelo a convite de Frederico. Regina prende Isabela no porão. A megera conta para Ofélio que a menina foi para casa de parentes e não há previsão de volta. Manuela não se sente bem e liga para Ofélio para saber se está tudo bem com Isabela. Isabela fica irritada ao ver que Regina trancou a passagem secreta. Sabrina chama Mateus para andar de bicicleta. A garota cai e o Mateus lhe ajuda. Mesmo com o mesmo vestido, Nina e Fiorina continuam amigas e riem da situação.
Acontece no capitulo 247, terça-feira, 12 de julho
Téo e Manuela vão até o apartamento dos Vaz e juntos pensam num plano para ajudar Isabela. Regina leva um lanche para Rebeca no hospital. André e Lola vendem geladinho para conseguir dinheiro. Rebeca dorme pesado, pois no sanduiche havia sonífero. Regina entra no quarto, ri de Rebeca, se aproxima de Otávio, tira a máscara de oxigênio do empresário e desliga os aparelhos que o mantém estável, mesmo em coma. Sorridente, a megera vai embora convicta que conseguiu matar Otávio. Os cúmplices de um resgate conseguem entrar na mansão e abrir a passagem secreta para encontrar Isabela. A garota pede para fala sozinha com Manuela. Raul aparece e faz de tudo para estabilizar Otávio. Regina flagra os cúmplices com Isabela e ameaça jogar Felipe da escada. “Manuela” diz que ficará na mansão para que Regina solte o menino. As crianças vão embora e “Isabela” revela que na verdade é Manuela e que quem ficou na mansão foi a verdadeira Isabela, que segue com o plano de mentir para Regina.

Acontece no capitulo 248, quarta-feira, 13 de julho

Navarro e Vargas tentam fugir da cadeia, mas são recapturados pela polícia. Dóris diz para a mãe que acha que Mateus e Sabrina estão namorando, pois ele não dá mais tanta atenção para ela. Benjamin vê Omar trabalhando na lanchonete e estranha. Omar mente e diz que está lá por uma decisão do pai. Regina não gosta de saber que Julia e Joaquim estavam no hospital com Otávio e nem que o homem ainda está vivo.

Acontece no capitulo 249, quinta-feira, 14 de julho

Safira faz todas as contas financeiras para entender as diferenças nos números durante a gestão de Geraldo na gravadora. Mateus diz para a mãe que não está namorando. Dóris e Mateus conversam. Benjamin vai até a mansão de Isabela com o pai dele, Jaime, o advogado que está cuidando do caso de Vicente. Isabela manda mensagem aos cúmplices para avisar que Regina está falando com Jaime. Começa o leilão dos cavalos do haras de Joel, especialmente de Dorado.

Acontece no capitulo 250, sexta-feira, 15 de julho

Disfarçados, Fiorina e Giuseppe comprar o cavalo Dorado no leilão. André diz para a mãe que precisam trocar de advogado para cuidar do caso de Vicente. Mateus e Dóris ficam chateados por achar que perderam o cavalo. Giuseppe revela que foi ele que comprou o cavalo para presentear Luis, que deve treinar bastante para a corrida. André conversa com o pai e conta sobre Jaime não ser confiável e estar envolvido com Regina. Safira vê Chloé chorando. A garota diz que a mãe dela, Edna, sempre quer mais dela, nunca nada está bom. Otávio abre os olhos no hospital e Rebeca fica feliz. Marina se disfarça para ir até a mansão de Regina e falar com Isabela. Sabrina acha que Mateus irá lhe pedir em namoro.